quarta-feira, 30 de abril de 2008
Post 2
Tenta evitar uma tragédia emocional. O fim de uma amizade por insatisfação de uma terceira pessoa. E o afastamento de uma segunda, mesmo amando inocentemente a primeira. Cada palavra pedindo distância, atacou um coração leve sem pena e fez um carinho mais que especial parecer insignificante diante de algo, supostamente, maior. Mesmo diante de uma confiança contruída em tão pouco tempo, uma flecha vinda do horizonte tentou acertar a corda que unia um lado ao outro da ponte. Se tiver conseguido, não consigo nem imaginar o que chegará a acontecer. Consigo ver o semáforo aceso em vermelho, impedindo a passagem pro lado doce. E se acabarem sobrando apenas uma palheta e alguns acordes imperceptíveis no meio de uma multidão, a essa altura meus pés já estarão congelados, alguns cristais caem dos meus olhos e sinto um lado do meu orgão pulsador de sangue adormecer, mergulhando em tristeza, solidão e saudade. Alguém pode reverter isso? Eu gostaria de uma chícara de chocolate-quente, por favor.
terça-feira, 29 de abril de 2008
Post 1
E hoje, assim que acordei, senti meu coração doer. Não devia ter colocado fogo nas ideis de ontem. Mas arrependimento só valeria a pena se o ser humano soubesse voltar no tempo pra concertar qualquer besteira que tenha feito. A tarde cinza, a paisagens de prédios e concreto, o sumir do sol ao entardecer e as ideias absurdas surgindos depois de alguns copos de vodka e coca-cola. A presença inesperada, o beijo mais que esperado... trouxe lebranças de sentimentos escondidos e quase esquecidos, sem pedir permissão ou licença, trouxeram de volta o nó na garganta, o frio no estomago, os joelhos tremendo, as lagrimas nos olhos...o mesmo "efeito" de sempre. E quando a historia mudou, o par trocou, o coração foi esmagado com a força de algo que não deu pra explicar, bateu um frio de chuva intensa que cai na madrugada...e tudo ficou escuro. A vontade foi de correr, gritar, chegar e mandar acabar com tudo. Fiz de tudo pra chegar ao nivel esperado. No final, eu ganhei. Mas cada toque no celular tirava meu prêmio de mim. E a ilusão adolescente, quase morta, o passado, numa volta brusca e sem aviso, acabou voltando e dando o tiro que me prendeu em tudo aquilo..de novo.
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